quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

Animações de baixo estímulo, gratuitas e em ingês!

Recentemente, a discussão "zero telas" para crianças tem ficado mais intensa, com muitos adeptos e críticos, que, com razão, manifestam suas preocupações a respeito do uso de telas por crianças cada vez menores. Mas esse assunto é antigo. Lembro-me de quando minha filha mais velha nasceu, há quase 19 anos, o assunto já rendia bastante. Antes de ser mãe, eu já entendia que o excesso de estímulo poderia causar efeitos negativos no desenvolvimento infantil e acompanhei um caso bem interessante na família: tinha uma priminha, bem mais nova que eu, cuja mãe é psicóloga e, tendo estudado o assunto, não permitiu telas até os 7 anos (obviamente, estamos aqui falando de TV, não havia smartphones ainda)

Mesmo entendendo os perigos de expor crianças pequenas às telas, particularmente, não consegui evitar (faria diferente hoje, certamente). Porém, tem uma questão importante que deve ser levada em conta: sempre prezei pelo conteúdo (e era bem chata com a seleção do que podia ou não ser assistido), sempre mantivemos a TV na sala — assim, supervisionava o tempo todo — e não permitia que elas usassem "telas pequenas", como tablet ou smartphone, antes dos 12 anos. Quando elas tiveram seus próprios aparelhos, eu estava confiante de que teriam algum cuidado com o que veriam, ouviriam e até com o que leriam (no caso do Kindle).

Hoje, elas usam seus aparelhos mais tempo do que eu gostaria. Até mesmo eu uso mais do que eu deveria e gostaria, mas ter orientado sobre o conteúdo e outros perigos (como exposição, golpes, armadilhas online etc.) me traz um pouco mais de tranquilidade.

Assim como aconteceu comigo, sei bem que a realidade da maioria das famílias não corresponde à expectativa de "zero telas". Eu, inclusive, recomendo aos pais de meus alunos alguns vídeos educativos que ajudam a memorizar os conteúdos das aulas e sempre recomendo que o tempo de tela das crianças seja utilizado com conteúdo em língua inglesa — foi por meio de filmes, séries e músicas que minhas filhas se tornaram bilíngues. Eu nunca sentei com elas para uma aula particular de inglês. Apenas inseri a língua em nosso cotidiano e as coisas aconteceram naturalmente. Me lembro, orgulhosa, de ouvir a Renatinha dizendo, aos 2 anos: "Olha a moon".

Pensando em tudo isso, trouxe para você, mãe e pai que deseja que seu filho seja uma criança estimulada na medida certa, seja mais tranquilo e, principalmente, torne-se bilíngue, algumas animações de baixo estímulo, que certamente farão você relembrar sua infância e ajudarão seu filho a ficar fluente muito mais depressa. Todos disponíveis no YouTube — não tem mais desculpas!

Caillou

Babar

Little Bear

Max and Ruby

Franklin

Charlie and Lola

Dora the explorer (Não poderia deixar de citar a Dora, que talvez tenha sido o principal programa das minhas meninas. Esse pode ser em português também, já que as palavras em inglês surgirão no contexto. A versão em inglês, ajuda a aprender espanhol) 









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